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Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Vão fumar cocô de cavalo e parem de encher o meu saco! Fascistas!

Ai, ai… O post sobre a PUC foi invadido por maconheiros — que continuam a recorrer ao truque de usar nicknames diferentes —, que juram que eu só não publico seus comentários porque temo seus argumentos. É o que dá ficar queimando neurônios com a erva… Como é mesmo? Cada um no seu quadrado!!! Neste […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 10h45 - Publicado em 16 set 2011, 19h36

Ai, ai…

O post sobre a PUC foi invadido por maconheiros — que continuam a recorrer ao truque de usar nicknames diferentes —, que juram que eu só não publico seus comentários porque temo seus argumentos. É o que dá ficar queimando neurônios com a erva… Como é mesmo? Cada um no seu quadrado!!! Neste quadrado, manifestam-se os que acham que universidade é lugar para estudar, entenderam? E “conviver”??? Ah, pode conviver, mas sem criar obstáculo à função principal da instituição: ensino, pesquisa, vida acadêmica. Aqui se manifestam os democratas, que defendem a Constituição, o Código Penal e o Regimento Interno da instituição.

A rede tá cheia de blog de maconheiros, pô! Por que é tão importante publicar um comentário no meu? Sei, vocês querem ser lidos por não-maconheiros também, não é? Não será aqui. De resto, fiquem tranqüilos: daqui a pouco aparece algum colunista da “imprença pogreçista” para lhes dar guarida.

Como já disse, em passado recente, eu até publicava comentário de maconheiro educadinho, com o texto e o vocabulário devidamente banhados e o elástico da cueca retórica escondido. A desonestidade intelectual — e isso não me surpreende porque ninguém consegue defender o consumo de drogas, dado o quadro geral, se tiver um compromisso mínimo com os fatos — os expulsou daqui. Minoria extrema que impõe a sua vontade na PUC, eles queriam parecer maioria aqui também, com seus apelidos ridículos.

Não publico!!! Aqui, quando o assunto é maconha, o maconheiro, no máximo, espia. À diferença do que pensam, não há um só de seus argumentos que pára em pé. Eu já os desmontei de modo inclemente. É que muitos não estavam em condições de perceber. Para entender um raciocínio lógico é preciso conseguir pensar logicamente.

E só para que não reste nenhuma dúvida: eu não estou no grupo dos que acham que consumidor é só vítima — embora os maconheiros convictos não considerem “vício” o que fazem. A propósito: se existem mesmos consumidores recreativos da droga, então são moralmente mais condenáveis do que os viciados. Alimentam o narcotráfico, põem a arma na mão de uma criança e financiam o ciclo de violência no país quando poderiam deixar de fazê-lo se quisessem.

Assim, na hierarquia moral das culpas, o traficante vem em primeiro lugar, e o consumidor recreativo, em segundo. O viciado perdeu o poder de escolha — mesmo daquela escolha que o levou inicialmente à droga. O consumidor recreativo o conserva e faz a coisa errada, alimentando a indústria da morte — mais de 50 mil homicídios por ano no país, a esmagadora maioria ligada ao tráfico.

Essa gente quer falar aqui no meu blog? Ah, vão fumar cocô de cavalo!

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