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Pior da crise vem em 2008, diz FMI

Por Toni Sciarretta, na Folha desta terça: O FMI (Fundo Monetário Internacional) afirmou ontem que a atual turbulência nos mercados terá como conseqüência uma desaceleração do crescimento mundial. Disse ainda que a instabilidade deve continuar por mais alguns meses e que seus desdobramentos só serão inteiramente conhecidos a partir do próximo ano.Por outro lado, o […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 20h22 - Publicado em 25 set 2007, 07h09
Por Toni Sciarretta, na Folha desta terça:

O FMI (Fundo Monetário Internacional) afirmou ontem que a atual turbulência nos mercados terá como conseqüência uma desaceleração do crescimento mundial. Disse ainda que a instabilidade deve continuar por mais alguns meses e que seus desdobramentos só serão inteiramente conhecidos a partir do próximo ano.Por outro lado, o Fundo avalia que a economia global, especialmente a de países emergentes como o Brasil, reage bem às turbulências e que a crise resultará em mudanças importantes nas práticas dos mercados e dos órgãos reguladores, o que implicará um aperfeiçoamento do sistema financeiro global. “As conseqüências potenciais desse episódio não devem ser subestimadas, e é provável que o processo de ajuste seja postergado. As condições de crédito podem não se normalizar rapidamente e algumas das práticas desenvolvidas nos mercados de crédito terão de mudar”, afirmou o FMI em seu “Relatório de Estabilidade Financeira Mundial”. “O sistema financeiro mundial passou por um grande teste, que ainda não terminou. A maior redução do crescimento será nos Estados Unidos. O resto do mundo não ficará imune. O fim dos dias do dinheiro barato fará a máquina econômica do planeta girar com mais lentidão e as gratificações de risco serão mais altas”, disse Jaime Caruana, o diretor do FMI responsável pelo estudo. Em Madri, o diretor-gerente do Fundo, Rodrigo de Rato, disse que os efeitos da crise chegarão à economia real apenas em 2008, especialmente nos EUA.
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