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Ministério Público Federal nada faz contra invasão das escolas e ainda decide ser babá de baderneiro; Gilmar Mendes reage

Deborah Duprat, titular da Procuradoria dos Direitos do Cidadão, esquece o direito de milhões e prefere proteger algumas centenas de extremistas

O ministro Gilmar Mendes passou nesta quinta uma descompostura na subprocuradora da República Deborah Duprat. Já chego lá. Antes, algumas considerações.

Depois de ter quebrado o Brasil, de tê-lo conduzido à maior recessão de sua história, de ter feito mais de 12 milhões de desempregados, de ameaçar comprometer o futuro de gerações, as esquerdas resolveram escolher a educação como praça de resistência, justamente a área em que o país é mais carente. Mas é também aquela em que o sindicalismo é mais obtuso, em que há mais ingênuos disponíveis.

Há mais de 1.100 escolas invadidas por grupelhos de extrema esquerda país afora; mais de 600 delas estão no Paraná, que se tornou o epicentro desse movimento doidivanas. O pretexto é protestar contra a PEC 241, que estabelece o limite de gastos, e contra a MP do Ensino Médio.

Por incrível que possa parecer, o Ministério Público Federal, aquele que promete não deixar pedra sobre pedra na política; que faz discursos condoreiros contra a corrupção dia sim, dia também… Por incrível que possa parecer, os bravos procuradores não movem uma palha para garantir o acesso de milhares de jovens à escola, um direito assegurado pela Constituição.

Mas nada fazer pode ainda não ser o limite de sua ruindade. Pior é quando uma subprocuradora-geral da República, que é a titular da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, resolve se comportar como militante, como agente da invasão. Nesse caso, além de prevaricar, ainda incentiva a baderna. É o que avalio que está a fazer a senhora Deborah Duprat.

Por que digo isso? Na semana passada, o MEC enviou uma carta a gestores da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica determinando que sejam enviados ao ministério os respectivos nomes dos alunos que estão promovendo invasões das escolas federais. Pois bem… Sabem o que fez dona Deborah, aquela que não moveu uma palha para que as escolas sejam devolvidas ao Estado de Direito? Cobrou que o MEC diga por que quer a lista. Para esta senhora, o ministério não deve ter nem mesmo o direito de saber se os líderes da invasão são ou não estudantes.

A ilustre procuradora parece se esquecer de que a ilegalidade está na invasão, que, obviamente, não é parte do direito à livre manifestação.

Nesta quinta, durante sessão do Supremo em que alguns ministros defenderam, ora vejam, o suposto direito que servidores grevistas teriam de receber salário, o ministro Gilmar Mendes observou:
“Ainda ontem, eu lia nos jornais que a doutora Deborah está movendo uma ação porque o ministro da Educação está tomando medidas para desocupação das escolas. Ninguém tomou medida para evitar a ocupação das escolas, que está interrompendo um serviço público essencial”.

Eis aí: entre defender o direito de milhões à educação e defender o arbítrio de algumas centenas de militantes que rasgam a Constituição, a doutora Deborah, do Ministério Público Federal, decidiu proteger a barbárie, a violência e a ditadura das minorias extremistas.

Para encerrar: esta procuradora é aquela que queria que a Polícia Militar de São Paulo só atuasse contra baderneiros com a supervisão de procuradores.

Também nesse caso, entre os violentos que atacam a Polícia Militar e os homens e mulheres que protegem os cidadãos, ela escolheu o grupo errado.

Comentários
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  1. Comentado por:

    Ivo

    É preciso dar basta nessa baderna que estar acontecendo no Brasil.

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  2. Comentado por:

    Verdade

    Na Venezuela essa procuradora faria o maior sucesso. Aliás, alguém já notou que quanto pior o país, maior presença da esquerda? Por exemplo, no ranking negativo: Coreia do Norte, Venezuela, Cuba, Grécia. No ranking positivo : Estados Unidos, Alemanha, Japão, Inglaterra. Muita esquerda, muito atraso. E sempre os que se dizem defensores do povo, são defensores dos poderosos.

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  3. Comentado por:

    Sideshow Bob

    Idiotas úteis a serviço da esquerda.

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  4. Comentado por:

    Carlus

    Os brasileiros indignados, ainda não acordaram para a realidade brasileira. Aqui as leis são relativas e não existe autoridade. Cada um interpreta como quer e fala o que der vontade. Morremos á toa aos montes sem punições sob uma lei de desarmamento, e ainda acham que a culpa é da Polícia. Não temos um canal de TV que discuta política uma parte do dia mas o que tem de jornalista discutindo futebol nos 4 canais 24 horas…

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  5. Comentado por:

    Emerenciano Archer

    débora duprat, tu és uma vergonha para o Brasil. Tu nome terá lugar, mesmo que insignificante pela tua insignificância, no lixo da nossa história. Tu és imoral!

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  6. Comentado por:

    TONI FERREIRA

    No Brasil de hoje se confunde facilmente DEMOCRACIA com ANARQUIA. Muitas vezes os direitos das maiorias são obstados indevidamente por uma minoria cadastrada para tal. E as autoridades assistem a esses espetáculos contra a ordem pública com a impassividade dos omissos,

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  7. Comentado por:

    Rubens

    É mais que evidente que o MPF (o do Trabalho, mais) embora sendo aparelho do Estado, acabou APARELHADO PELO GOVERNO ( DO PT ). Esse órgáo praticamente se especializou em perseguir deputados e senadores (não que isto esteja errado, ao contrário, excelente trabalho!).
    Mas ficou nisto: Nesta enrustida luta fraticida pelo poder. É tamanha a sanha pela NOTORIEDADE e EMPODERAMENTO de alguns Procuradores que alguns até aventuram (e mal) na função legislativa, a exemplo do Sr. Dalagnol …
    É evidente que o MPF não irá mover uma palha para proteger os SEM ESCOLA… por ser mais de seu talhe compactuar com os SEM TERRA e os SEM CASA, is verdadeiros inspiradores e ainda campeões nessa arte de INVADIR E OCUPAR ! ! !

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