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Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Lula: “Não fiquei nervoso nem fui derrotado”

Por Fausto Macedo, no Estadão:O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que suas relações com o Congresso não sofrerão mudanças por causa da derrota na votação da CPMF. “De vez em quando, as pessoas acham que o presidente ficou nervoso porque foi derrotado. Nem eu fiquei nervoso nem eu fui derrotado.”Lula participou da […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 20h02 - Publicado em 23 dez 2007, 04h49
Por Fausto Macedo, no Estadão:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que suas relações com o Congresso não sofrerão mudanças por causa da derrota na votação da CPMF. “De vez em quando, as pessoas acham que o presidente ficou nervoso porque foi derrotado. Nem eu fiquei nervoso nem eu fui derrotado.”
Lula participou da celebração do Natal da Vida e Cidadania dos catadores de papel e moradores de rua de São Paulo, gesto que repete desde 2003, ano de sua primeira posse. A cerimônia ocorreu na Casa da Oração do Povo da Rua, no bairro da Luz. Ali, sob coordenação do padre Júlio Lancelotti, moradores de rua aprendem ofícios e encontram apoio.
Lula abraçou padre Júlio e o chamou de grande companheiro. “A gente não tem de ter vergonha de um amigo. Companheiro é coisa tão sagrada que a gente constrói ao longo de muitos anos, de muita solidariedade”, afirmou.
O afago do presidente foi a redenção do religioso, que vive uma página infeliz de sua história – envolvido em uma trama policial de extorsão.
(…)
Lula conheceu o protótipo de um carrinho elétrico que técnicos da Itaipu Binacional produziram a pedido da primeira-dama, Marisa Letícia, que poderá ser usado pelos catadores. “É para ninguém mais ter de puxar carroça”, disse.
Depois da festa, Lula falou sobre a CPMF. “Não foi eu quem criou (o imposto do cheque). A sociedade, sobretudo a parte mais pobre, precisava da CPMF. As pessoas (senadores) que votaram sabem disso. Temos de encarar isso como o resultado da prática democrática. Criamos regras, regimentos, normas, e quando são utilizadas a gente perde e ganha.”
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