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FMI reduz estimativa de PIB do Brasil, também em 2014, para 2,5%, a menor entre os emergentes

Na VEJA.com: O Fundo Monetário Internacional (FMI) manteve sua projeção de crescimento econômico para o Brasil em 2,5% neste ano, mas reduziu a estimativa para 2014, de 3,2% para 2,5% — o mesmo previsto para 2013 pelo próprio Banco Central. No início do ano, o Fundo projetara um crescimento de 4% para o Brasil em […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 05h14 - Publicado em 8 out 2013, 15h58

Na VEJA.com:
O Fundo Monetário Internacional (FMI) manteve sua projeção de crescimento econômico para o Brasil em 2,5% neste ano, mas reduziu a estimativa para 2014, de 3,2% para 2,5% — o mesmo previsto para 2013 pelo próprio Banco Central. No início do ano, o Fundo projetara um crescimento de 4% para o Brasil em 2013. “A inflação mais alta reduziu a renda real e pode pesar sobre o consumo, enquanto restrições de oferta e incerteza política podem continuar a conter a atividade”, disse o FMI em seu relatório Perspectiva Econômica Mundial, divulgado nesta terça-feira. O Brasil cresceu apenas 0,9% no ano passado.

Comparando a alta do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2013 a outros emergentes, como os Brics, a expansão brasileira será menor do que o da China (7,6%) e da Índia (3,8%), cujas projeções foram revisadas para baixo este ano em 0,2 e 1,8 ponto percentual (p.p.), respectivamente. Rússia e Índia, porém, crescerão menos: 1,5% e 2%.

Em 2014, entretanto, o Brasil é o que menos deve crescer entre os Brics: as estimativas para a Índia, a China, a Rússia e África do Sul são, respectivamente, de 5,1%, 7,3%, 3% e 2,9%. Segundo o Fundo, no caso do Brasil e também da Índia, a desaceleração deve-se a uma infraestrutura insuficiente, que limita a expansão econômica, além de questões regulatórias.

O FMI também mudou sua projeção para a economia mundial, de 3,2% para 2,9% para este ano, e destacou que os emergentes contribuirão menos para a atividade mundial, enquanto os países desenvolvidos se recuperam de forma mais clara da crise. Para 2014, a expectativa caiu 0,2 p.p., para 3,6%.

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