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Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Fifa queima o filme do Brasil e alerta COI para dificuldades enfrentadas em Banânia

Por Jamil Chade, no Estadão: A Fifa alerta o Comitê Olímpico Internacional (COI) sobre a crise que enfrenta no Brasil e adverte o movimento olímpico que fique atento a problemas legais no País. O Estado apurou com exclusividade que um documento foi elaborado pela Fifa e enviado ao COI com uma lista de problemas que […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 10h30 - Publicado em 12 out 2011, 06h35

Por Jamil Chade, no Estadão:
A Fifa alerta o Comitê Olímpico Internacional (COI) sobre a crise que enfrenta no Brasil e adverte o movimento olímpico que fique atento a problemas legais no País. O Estado apurou com exclusividade que um documento foi elaborado pela Fifa e enviado ao COI com uma lista de problemas que a entidade máxima do futebol está enfrentando no Brasil, numa espécie de denúncia ao COI de que poderão enfrentar os mesmos problemas para a Olimpíada de 2016.

O COI e a Fifa têm trocado informações sobre a situação no Brasil, já que o País vai realizar a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O documento, porém, escancara a crise que vive a relação entre a Fifa, o governo brasileiro e o Comitê Organizador Local (COL).

Nas últimas semanas, o governo tem batido o pé em alguns pontos da preparação da Copa e insistido que a Fifa não terá o direito de mudar todas as legislações já existentes no País para adequar a seu projeto – mais especificamente em relação aos ingressos de meia-entrada e a venda de bebidas alcoólicas em estádios de futebol durante o Mundial. Há uma semana, a presidente Dilma Rousseff se reuniu em Bruxelas com a cúpula da Fifa para tentar esfriar os ânimos.

Mas o documento, tratado como sigiloso e que nem sequer passou pelo Brasil, listou ao COI uma série de problemas que a Fifa enfrenta e que considera ser um obstáculo também para os Jogos de 2016 no Rio. Gilberto Felli, diretor dos Jogos no COI, explicou ao Estado que a diferença na preparação dos dois eventos é o grau de exigência do COI, antes de dar o direito de o Brasil receber a Olimpíada de 2016. Aqui

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