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Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Ex-assessor denuncia: Ministério da Saúde foi usado para comprar o apoio do PL

Por Lucio Lambranho, do Congresso em Foco: “Pela primeira vez desde o início da crise política, em maio de 2005, um assessor destacado e com cargo comissionado no governo federal revelou como o Palácio do Planalto teria agido para conquistar os aliados do Partido Liberal (PL). O relato, feito com exclusividade para o Congresso em […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 23h14 - Publicado em 12 set 2006, 13h01
Por Lucio Lambranho, do Congresso em Foco: “Pela primeira vez desde o início da crise política, em maio de 2005, um assessor destacado e com cargo comissionado no governo federal revelou como o Palácio do Planalto teria agido para conquistar os aliados do Partido Liberal (PL). O relato, feito com exclusividade para o Congresso em Foco, mostra um acordo de bastidores que envolveu uma cifra maior do que os R$ 6,5 milhões que o presidente nacional do PL, o ex-deputado Valdemar Costa Neto (SP), que renunciou ao mandato depois de ter sido acusado de envolvimento com o mensalão, admitiu terem sido destinados ao partido. O valor, conforme Valdemar, teve origem no caixa dois do PT, e faria parte de um acordo maior, pelo qual o partido do presidente Lula deveria repassar R$ 10 milhões ao PL. Mas, para selar esse casamento, o governo petista também resolveu abrir as portas do Ministério da Saúde e do orçamento da União de 2005 para o partido aliado, conta Christian Perillier Schneider, 33 anos, ex-assessor do MS e que depois ocupou o cargo de assessor especial da Subchefia de Assuntos Parlamentares da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República (até o último dia 30 de junho). Ele conta que partiu da Subchefia de Assuntos Parlamentares da Presidência da República, na época sob a gestão do atual presidente da Câmara, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), a ordem para que o ministério executasse R$ 500 mil para cada um dos 52 deputados da bancada do PL. A fatura, acrescenta Christian, poderia ser paga por meio de emendas ou com recursos próprios do Fundo Nacional de Saúde (FNS) e da Fundação Nacional de Saúde (Funasa).” Clique aqui para ler mais
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