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Envie seu protesto ao Itamaraty e ao Senado contra a o apoio covarde do governo brasileiro às Farc e aos filoterroristas Chávez e Correa

Em linguagem respeitosa, envie o seu protesto ao Itamaraty contra a posição do governo brasileiro em face da agressão de que é vítima o povo colombiano. Envie os e-mails para os seguintes departamentos: – Assessoria de Imprensa do Gabinete do ministro Celso Amorimimprensa@mre.gov.br– DEA – Divisão da Organização dos Estados Americanosdea@mre.gov.br– DHS – Departamento de […]

Em linguagem respeitosa, envie o seu protesto ao Itamaraty contra a posição do governo brasileiro em face da agressão de que é vítima o povo colombiano. Envie os e-mails para os seguintes departamentos:

– Assessoria de Imprensa do Gabinete do ministro Celso Amorim
imprensa@mre.gov.br
– DEA – Divisão da Organização dos Estados Americanos
dea@mre.gov.br
– DHS – Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais
dhs@mre.gov.br

Envie, depois, uma cópia de seu protesto para a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado. Não é preciso mandar cópia a todos os membros. Basta que ela chegue ao senador Heráclito Fortes (DEM-PI), o presidente.
O e-mail do senador é este:
heraclito.fortes@senador.gov.br

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  1. Comentado por:

    Anônimo

    Caro Rei eu escreví assim, não sou bom de pena, mas pelo menos tento:
    Caro Sr.Ministro Amorim
    Na qualidade brasileiro,ciente das minhas obrigações,ciente dos meus direitos constitucionais e em pleno vigor das minhas faculdades mentais, venho mui respeitosamente discordar da posição do Govêrno Brasileiro em relação ao sofrido povo colombiano. Penso que se por um lado houve invasão do território equatoriano, condenável por si só, por outro entendo que os países limítrofes à Colombia, dão guarida aos narco terroristas traficantes colombianos, pessoas estas que abalam o cotidiano do povo da Colombia. Esperamos todos nós brasileiros uma posição mais firme do nosso país em relação ás Farcs e outras facções que querem tomar o poder no país pela luta armada, coisa que nós brasileiros repudiamos a mais de 40 anos.
    Francisco/Sto.André

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  2. Comentado por:

    Pedro Luís

    Eu já enviei o e-mail. Espero que dê certo!Um abraço

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  3. Comentado por:

    Sérgio

    Enviei a seguinte mensagem:
    Venho expressar o meu repúdio à vergonhosa posição do governo brasileiro que beira o apoio explícito aos guerrilheiros narcotraficantes terroristas, das FARCs e que nega ao governo constituído democraticamente da Colômbia o direito de se defender de conspirações e ataques covardes, agora finaciados pelo ditador de Caracas e apoiados pelo governo do Equador.É lamentável que os laços que unem o partido do presidente Lula a esse covarde grupo terrorista sejam a referência do Itamaraty para uma tomada de posição contrária aos direitos humanos, contrária à democracia, contrária ao sagrado direito de auto-defesa.A colômbia não praticou um ato de guerra contra o Equador, ela se defendeu de um ato de guerra praticado pelo Equador. Quem deve desculpas, portanto, ao povo colombiano é o presidente Rafael Corrêa e, agora também, o ministro Celso Amorim, por uma interpretação tão equivocada (ou tão partidária??) do episódio.
    Sérgio Lucas

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  4. Comentado por:

    Anônimo

    O Ministro está correto!!! Se o equador está errado, existem outros mecanismos legais para censurá-lo!!!

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  5. Comentado por:

    Marcelo

    Dona Reinalda!
    Por favor, certifique-se de que o Reinaldo lerá esse comentário. Ok? =D
    Reinaldão! Boazinha a tua idéia de mandar e-mail. Acho que uma ótima idéia seria uma enxurrada de e-mails para a oposição pedindo uma CPI do Foro de São Paulo. Não existiu momento melhor do que esse. Se você e o Olavo pedirem isso aos leitores… quantos e-mails poderiam ser enviados? Que efeito surtiria?
    Não precisa publicar esse comentário.
    Abraços

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  6. Comentado por:

    Anônimo

    PI…PI…PI…PI…PI…PI…
    Petralha traficante (desculpe a redundância) às 2:34 PM
    Mande-o ficar preso na selva colombiana, acorrentado, por seis anos, sem assistência médica

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  7. Comentado por:

    Anônimo

    Prezados Senhores
    É com profundo pesar, para não dizer vergonha de ser brasileiro, que leio nos jornais que a nossa chancelaria critica a Colômbia por defender-se de terroristas sequestradores e traficantes de drogas, que se dizem guerrilheiros marxistas, fazendo uma incursão armada ao Equador. Primeiramente, no meu entender, deveriam ser questionados os governos equatoriano e venezuelano, por darem guarida a tal gentalha.
    Aliás, como amplamente divulgado na imprensa nacional, as FARC são parceiras de negócios do Sr. Fernandinho Beira-Mar. Ou seja, facilmente pode-se suspeitar serem eles os fornecedores de cocaína para os traficantes brasileiros.
    Mas compreende-se. Afinal, todos pertencem ao Foro de São Paulo, do qual o PT também é sócio. Assim, sendo o Presidente Lula seu fundador, este jamais poderia furtar-se a apoiar os seus companheiros, não é verdade?
    Só tenho a deplorar profundamente o nível de baixeza e subserviência a que a Casa de Rio Branco desceu neste governo. Repito: que vergonha!!
    Atenciosamente
    Ivo Hauer Malschitzky
    PS: sem esquecer o lamentável papel de capitão-do-mato a que se prestou, quando da devolução dos “pretos fujões” ao Nhonhô Fidel.

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  8. Comentado por:

    Eduardo Almeida

    Caro Reinaldo,protestei ao Ministério das Relações Exteriores em resposta à reação “morna” da diplomacia brasileira frente aos incidentes internacionais recentes. Surpreendentemente, recebi uma resposta com prontidão, que reproduzo abaixo.Abraços,Eduardo Almeida
    Em resposta a sua mensagem, reproduz-se abaixo intervenção do RepresentantePermanente do Brasil na Organização dos Estados Americanos, em Washington,durante a Sessão Extraordinária do Conselho Permanente da OEA, realizadaontem, 04 de março.
    Atenciosamente,
    Assessoria de Imprensa do GabinenteMinistério das Relações Exteriores
    Nota à Imprensa n.º 93Data: 04 de março de 2008 http://www.mre.gov.br/portugues/imprensa/nota_detalhe3.asp?ID_RELEASE=5191
    Intervenção do Representante Permanente do Brasil, Embaixador Osmar Chohfi Sessão Extraordinária do Conselho Permanente da OEAWashington, 4 de março de 2008
    O Brasil, como todos os demais Estados membros representados neste Conselho,confere a mais alta importância à paz e à tranqüilidade nas Américas. Sãoestas elementos essenciais para que a região, e em especial a América doSul, possa continuar a apresentar índices de desenvolvimento e indicadoreseconômico-sociais positivos e resolver desafios prementes como a exclusãosocial e a pobreza extrema. A paz e o desenvolvimento são dois valores associados; um reforça o outro. Aestabilidade na região é condição imprescindível para permitir que todospossam concentrar e dirigir seus esforços a ações construtivas que conduzamà realização dos projetos de desenvolvimento nacional; não a atos que nosdesviem da integração e da consolidação de um espaço sul-americano prósperoe livre de tensões e de conflitos em todas as dimensões, que possam ameaçara segurança dos cidadãos e afetar seu bem-estar. Portanto, a manutenção da estabilidade e da paz na região deve ser objetivoda mais alta prioridade para nossos países.Segundo a Carta da OEA, “o direito que tem o Estado de proteger edesenvolver a sua existência não o autoriza a praticar atos injustos contraoutro Estado” e “o exercício desses direitos não tem outros limites senão odo exercício dos direitos de outros Estados, conforme o direitointernacional”.Condições adversas que impõem certas circunstâncias não podem ser pretextopara o descumprimento dos princípios que regem as relações entre os Estados.É imperativo que se observem incondicionalmente os preceitos da Carta, emespecial seu Artigo n. 21, que assegura que o “território de um Estado éinviolável”. O respeito à soberania é um princípio sobre o qual está erguidoo sistema interamericano e que rege o convívio pacífico entre os Estados. No caso em apreço há concordância em pelo menos um ponto. Forças colombianasadentraram território equatoriano. A própria Colômbia, em sua nota do dia 2de março, reconhece esse fato. Há, portanto, prima facie, violação do artigo21.Há, no entanto, discrepâncias sobre as circunstâncias que cercaram oincidente. Apenas uma Comissão de investigação, tal como prevê o artigo 87 da Carta,tem condições de apurar o que ocorreu. Por isso é que recorremos à OEA.O Brasil – no espírito da Carta da OEA – não somente deseja que toda questãoentre Estados seja resolvida mediante meios pacíficos e sem agressões, comonos indica o Capítulo V sobre a solução pacífica de controvérsias, masdispõe-se a facilitar, da maneira que se julgar oportuno e adequado, umdiálogo construtivo. Dispomos, nesta Organização, de vários dispositivos,instâncias e opções para dar início a um processo de solução decontrovérsias. Para tanto, é necessário que prevaleça, de imediato, uma atmosfera dedistensão e entendimento, condizente com o alto grau das relações que osGove

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