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Correção: Barbosa ainda pode ser, sim, candidato se quiser

Cometi um erro no post anterior e já corrigi — e a fala de Joaquim Barbosa, então, ministro do Supremo e presidente do tribunal se tornou ainda mais incômoda. Como os magistrados não podem ter filiação partidária, a exemplo de representantes do Ministério Público, eles têm prazos especiais. Barbosa ainda pode ser candidato em 2014 […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 05h11 - Publicado em 14 out 2013, 20h47

Cometi um erro no post anterior e já corrigi — e a fala de Joaquim Barbosa, então, ministro do Supremo e presidente do tribunal se tornou ainda mais incômoda. Como os magistrados não podem ter filiação partidária, a exemplo de representantes do Ministério Público, eles têm prazos especiais. Barbosa ainda pode ser candidato em 2014 se quiser. A exigência, no seu caso, é que deixe definitivamente a função — o que ele anunciou que pretende fazer antes dos 70 anos ao menos — e escolha um partido político, no máximo, seis meses antes da disputa eleitoral. Assim, ele tem até abril para tomar uma decisão.

Se você clicar aqui, acessa uma página do TSE com os prazos de desincompatibilização válidos para autoridades, servidores etc. NOTA À MARGEM: é claro que o prazo dilatado para juízes é um privilégio sem sentido. Com que então um político, profissional assumido da área, tem de fazer a sua escolha definitiva no mínimo um ano antes, mas um juiz, por exemplo, pode continuar a esconder na toga as suas pretensões eleitorais, embora, em tese, político não seja, por mais tempo? Ora, nesse e em outros casos em que a pessoa ocupa uma função pública, que pertence à burocracia do estado, dever-se-ia exigir ainda mais rigor, certo?

 

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