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Bingo!!! Conforme antevi, Baracat agora nega o que está gravado; mas o áudio é só a evidência sonora; há a documental, parte dela ainda inédita

Incrível!!! Quando fiz o post abaixo afirmando que o governo dispõe de “instrumentos” para tornar influentes as suas versões, não sabia ainda que o empresário Fábio Baracat havia divulgado uma nota “desmentindo” a VEJA. Reproduzo-a e volto em seguida com algo bastante importante: NOTA DE ESCLARECIMENTO Fui foi surpreendido com a matéria publicada na revista […]

Incrível!!! Quando fiz o post abaixo afirmando que o governo dispõe de “instrumentos” para tornar influentes as suas versões, não sabia ainda que o empresário Fábio Baracat havia divulgado uma nota “desmentindo” a VEJA. Reproduzo-a e volto em seguida com algo bastante importante:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Fui foi surpreendido com a matéria publicada na revista Veja neste sábado, razão pela qual decidi me pronunciar e rechaçar oficialmente as informações ali contidas.
Primeiramente gostaria de esclarecer que não sou e não fui funcionário, representante da empresa Vianet, ou a representei em qualquer assunto comercial, como foi noticiado na reportagem. Apenas conheço a empresa e pessoas ligadas a ela, assim como diversos outros empresários do setor.
Destaco também que não tenho qualquer relacionamento pessoal ou comercial com a Ministra Erenice Guerra, embora tivesse tido de fato a conhecido, jamais tratei de qualquer negócio privado ou assuntos políticos com ela.
Acerca da MTA, há 3 meses não tenho qualquer relacionamento com a empresa, com a qual tão somente mantive tratativas para compra.
Importante salientar que durante o período em que mantive as conversas com a mencionada empresa aérea atuei na defesa de seus interesses, porém o fiz exclusivamente no âmbito comercial, ficando as questões jurídicas a cargo da própria empresa e sua equipe.
Inicialmente, quando procurado pela reportagem da revista Veja, os questionamentos feitos eram no sentido de esclarecer a relação da MTA com o Coronel Artur, atual Diretor de Operações dos Correios, em razão de matéria jornalística em diversos periódicos, nesta oportunidade ratifiquei o posicionamento de que embora tivesse conhecimento de alguns assuntos que refletiam no segmento comercial da empresa (que de fato atuava), não podia afirmar categoricamente a extensão do vínculo dela com o Coronel Artur.
Durante o período em que atuei na defesa dos interesses comerciais da MTA, conheci Israel Guerra, como profissional que atuava na organização da documentação da empresa para participar de licitações, cuja remuneração previa percentual sobre eventual êxito, o qual repita-se, não era garantido e como já esclarecido, eu não tinha o poder de decisão da empresa MTA.
Enfim, na medida que a MTA aumentava sua participação no mercado, a aquisição da empresa se tornava mais onerosa para mim, até que culminou, além de parecer legal negativo, na inviabilidade econômica do negócio.
Acredito que tenha contribuído com o esclarecimento dos fatos, na certeza de que fui mais uma personagem de um joguete político-eleitoral irresponsável do qual não participo, porém que afetam famílias e negócios que geram empregos.
São Paulo,11 de setembro de 2010..
Fabio Baracat”

Voltei
Como se vê, também Baracat resolveu se engajar na tese de Erenice — tudo seria uma questão eleitoral. Coincidência! Comentei a nota de Erenice — eu, não a VEJA. Agora, publico uma resposta oficial da revista. Prestem atenção ao que vai em destaque.

“Por norma, todas as informações dadas a VEJA são gravadas. Não seria diferente com relação à reportagem em questão. A reportagem não foi construída com base em declarações, mas em intensa apuração jornalística e sobre documentação, parte da qual ainda não foi publicada.”

Encerro
É isto: “parte da documentação ainda não foi publicada”.

Dilma tomou bastante cuidado ao comentar o caso hoje, evitando atacar a revista, como fez Erenice, o seu braço-direito. A ministra preferiu afirmar o seguinte: “Eu não escutei os lados. Agora, até hoje, ela [Erenice] tem a minha confiança”.

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