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Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Batom na cueca: provas contra petista do Ceará

Serei obrigado, leitor amigo, a recorrer a um velho clichê da linguagem policial, oriundo dos casos de adultério, para designar o que segue. E me ocorre que, em se tratado de PT do Ceará, muita coisa já se encontrou em cueca. Faltava o batom. Então eis aqui o batom na cueca. Luiz Antonio Vedoim, um […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 23h22 - Publicado em 1 ago 2006, 05h57
Serei obrigado, leitor amigo, a recorrer a um velho clichê da linguagem policial, oriundo dos casos de adultério, para designar o que segue. E me ocorre que, em se tratado de PT do Ceará, muita coisa já se encontrou em cueca. Faltava o batom. Então eis aqui o batom na cueca. Luiz Antonio Vedoim, um dos donos da Planam, entregou provas à CPI de que pagou R$ 867,8 mil a intermediários do tal José Airton Cirilo. E assegura que Cirilo negociava em nome de Humberto Costa, ex-ministro da Saúde. Em matéria de Expedito Filho e Sônia Filgueiras, nesta terça, no Estadão: “O empresário Luiz Antônio Vedoin, que comandava a máfia das ambulâncias, entregou à CPI dos Sanguessugas provas e documentos que confirmam a movimentação de R$ 867,8 mil nas contas de José Caubi Diniz e Raimundo Lacerda Filho, apontados pelo empresário como intermediários de José Airton Cirilo, ex-presidente do PT no Ceará e membro do Diretório Nacional do partido. Obtidos com exclusividade pelo Estado, os documentos – um total de 64 páginas, com cópias de planilhas e operações bancárias – demonstram que Vedoin depositou a propina mensalmente, ao longo de 2003. Os valores comprovam que os dois receberam de uma só vez até R$ 56 mil. De acordo com Vedoin, os dois se apresentavam como representantes de Cirilo junto à Planam. Até passagens aéreas emitidas pela Aeroway Turismo eram pagas pela quadrilha. Em depoimento à Justiça, Vedoin afirmou que o pagamento atribuído a Cirilo seria resultado de acerto para que o então ministro da Saúde, Humberto Costa, liberasse R$ 8 milhões para a Planam pelo pagamento de cem ambulâncias compradas no apagar das luzes do segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso.” Clique aqui para ler mais
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