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Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Abbas pede pressa à ONU sobre adesão e diz que plano do Quarteto é inaceitável

Por Gustavo Chacra, no Estadão: O presidente da Autoridade Palestina (AP), Mahmoud Abbas, indicou ontem que rejeitará um projeto de plano de paz elaborado por mediadores internacionais e também pediu uma revisão dos termos econômicos dos Acordos de Oslo, assinados há 18 anos. Apresentada na noite de sexta, a proposta do Quarteto – formado por […]

Por Reinaldo Azevedo - Atualizado em 31 jul 2020, 10h40 - Publicado em 25 set 2011, 07h17

Por Gustavo Chacra, no Estadão:
O presidente da Autoridade Palestina (AP), Mahmoud Abbas, indicou ontem que rejeitará um projeto de plano de paz elaborado por mediadores internacionais e também pediu uma revisão dos termos econômicos dos Acordos de Oslo, assinados há 18 anos.

Apresentada na noite de sexta, a proposta do Quarteto – formado por EUA, União Europeia, ONU e Rússia – é inaceitável, segundo o líder palestino, pois não exige que Israel contenha as construções nos assentamentos nem inicie as negociações com base nas fronteiras anteriores a 1967, quando israelenses ocuparam terras palestinas.

Abbas disse esperar que o Conselho de Segurança termine de estudar o pedido palestino de ingresso na ONU como membro pleno em poucas semanas. “Estamos falando em semanas, não meses”, disse o presidente da Autoridade Palestina a jornalistas no avião que o levava de volta à Cisjordânia, após ele apresentar na sexta-feira à Assembleia-geral da ONU a proposta de reconhecimento do Estado palestino.

Amanhã, uma comissão do Conselho de Segurança começará a analisar a iniciativa palestina. Brasil, Índia, China, Rússia, África do Sul e Líbano são a favor do reconhecimento. Os EUA, contra. A Alemanha e a Colômbia devem seguir a mesma linha dos americanos. Os demais países não adotaram uma posição. Os palestinos precisam de nove dos 15 votos e sabem que podem ter apenas uma vitória simbólica, pois Washington usará o poder de veto. Aqui

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