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Uma queda violenta

Não apenas nas ruas, mas também nas redes sociais, a movimentação em torno dos protestos foi mais modesta. Um levantamento inédito da consultoria digital Bites revela, por exemplo, que até às 18h30 quando se consideram as expressões “manifestação”, manifestações, protesto e protestos o volume de tuítes caiu de 715 469 no dia 15 de março […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 01h38 - Publicado em 12 abr 2015, 20h44
Manifestação: a do dia 15 de março bombou mais

Manifestação: a do dia 15 de março bombou mais

Não apenas nas ruas, mas também nas redes sociais, a movimentação em torno dos protestos foi mais modesta.

Um levantamento inédito da consultoria digital Bites revela, por exemplo, que até às 18h30 quando se consideram as expressões “manifestação”, manifestações, protesto e protestos o volume de tuítes caiu de 715 469 no dia 15 de março para 132 413 de hoje – uma queda de 81,5%.

Não só. “Impeachment” também foi menos citado. Passou de 107 717 tuítes em março para 15 202 hoje – uma queda de 86%. Dilma também foi mais poupada. Em março, foi citada em 44 349 tuítes. Hoje em 9 665. Queda de 78,6%.

O governo e o PT, desta vez, reagiram. Conseguiram manter a hashtag #AceitaDilmaVez nos assuntos mais comentados do Twitter.

Foi uma ação bem articulada que produziu até agora 99 817 tuítes e 174 milhões de impressões. Isso significa que cada usuário do Twitter no Brasil foi impactado 7,9 vezes por essa mensagem pró-Dilma.

No campo das impressões no Twitter, a oposição se saiu melhor. As variações de protesto e manifestação impactaram, em média, 45,5 vezes cada usuário do Twitter no Brasil.

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