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Radar Por Gabriel Mascarenhas (interino) Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Um ex-presidiário que foi o candidato mais votado em seu município

Davi Perini Vermelho, o Didê, foi preso em junho por suspeita de participação em fraude na compra de respiradores

Por Cássio Bruno Atualizado em 18 nov 2020, 11h17 - Publicado em 18 nov 2020, 10h22

Preso em junho pela Polícia Civil do Rio de Janeiro por suspeita de fraude na compra de respiradores em meio à pandemia de coronavírus para o governo de Santa Catarina, Davi Perini Vermelho, o Didê (DEM), foi o vereador mais votado em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

No total, 5.050 eleitores reelegeram Didê no último domingo para seu terceiro mandato. O parlamentar, que hoje está solto, é ligado a Rodrigo Maia.

Em maio, como revelou VEJA, os policiais encontraram 300 mil reais em espécie na casa de Didê num condomínio de luxo em Vargem Grande, na Zona Oeste da capital. A ação fez parte da Operação Oxigênio (O2). De acordo com as investigações, a quadrilha é acusada de superfaturar 200 respiradores em um total de 33 milhões de reais.

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