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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Um abacaxi chamado Beira-Rio 1

Com apenas 22 meses para concluir as obras do estádio Beira-Rio, a Andrade Gutierrez e o Banrisul ainda não conseguiram chegar a um acordo sobre as garantias para o empréstimo milionário do BNDES. Avalista da operação, o Banrisul exige procedimentos que a construtora ainda não atendeu. Nos últimos dias, a entrada de Tarso Genro na […]

Por Da Redação - Atualizado em 31 jul 2020, 09h27 - Publicado em 28 fev 2012, 11h26

Bomba nas mãos de Aldo Rebelo

Com apenas 22 meses para concluir as obras do estádio Beira-Rio, a Andrade Gutierrez e o Banrisul ainda não conseguiram chegar a um acordo sobre as garantias para o empréstimo milionário do BNDES. Avalista da operação, o Banrisul exige procedimentos que a construtora ainda não atendeu.

Nos últimos dias, a entrada de Tarso Genro na polêmica deu contornos políticos ao impasse e transformou o entrevero numa guerra de acusações entre o governo e a empresa (um novo caso Ford, igual ao que sacramentou a derrocada de Olívio Dutra no passado).

Diante da confusão, os gaúchos chegaram a pensar no estádio do Grêmio, mas Aldo Rebelo foi claro ao avisar que a arena gremista não é uma opção. Com todas as obras de mobilidade urbana direcionadas para o Beira-Rio, seria inviável agora mudar para o estádio do rival, localizado no outro lado de Porto Alegre.

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Para tentar colocar um fim na trapalhada gaúcha, Aldo Rebelo vai receber no próximo dia 5 de março, em Brasília, uma comitiva de parlamentares e representantes das partes envolvidas no estado. A Copa de 2014 está por um fio para os gaúchos.

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