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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Trabalhadores preferem mais dias de férias a um salário maior

É o que revela pesquisa da rede de hotéis Fous Seasons

Por Pedro Carvalho - Atualizado em 14 fev 2020, 19h35 - Publicado em 14 fev 2020, 18h35

As pessoas preferem mais dias de férias a um salário maior. É o que revela uma pesquisa realizada pelo rede Four Seasons ao lançar a campanha Take Your Time feita com pessoas dos Estados Unidos, Reino Unido, China e países do Golfo Pérsico (Bahrein, Kuwait, Omã, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos).

O levantamento revelou que mais da metade dos millennials (54%), integrantes da geração X (53%) e baby boomers (56%) escolheriam mais dias livres e não um salário maior. Apenas integrantes da geração Z – muitos que já têm o luxo de mais tempo livre, mas ainda em busca da independência financeira – valorizam o aumento de ganhos (62%) mais do que dias de folga (38%).

A pesquisa apontou que os viajantes mais jovens são os que mais se arriscam, comparados aos baby boomers; no entanto, quase todos (95%) concordam que nas férias se sentem mais inclinados a sair de sua zona de conforto, e mais de um terço de todos eles fizeram algo durante a viagem que não imaginavam que poderiam fazer, como experimentar um novo esporte ou aprender algo que os desafiasse mental ou fisicamente. Isso é verdadeiro principalmente entre os entrevistados da China: dois terços (66%) dos adultos chineses disseram que a melhor definição para o seu estilo de viajar é “saindo da zona de conforto”, enquanto nos outros mercados o percentual foi de 45%.

Mais de metade (51%) de todos os entrevistados disseram se sentir mais motivados, mais otimistas (46%) e mais pacientes no trabalho (42%) após o retorno.

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Cerca de 3 em 5 participantes da pesquisa declararam aderir a novos interesses como resultado das viagens, como novas músicas (43%), aprender novas línguas (36%) e apreciar novas formas de arte (36%). A novidade mais adotada entre todos os entrevistados é cozinhar ou comer comidas diferentes (56%).

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