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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Trabalhador temporário dificilmente é efetivado, diz pesquisa

56% afirmam que não tiveram oportunidade de serem contratados de forma permanente após atuarem de forma provisória ou terceirizada

Por Laísa Dall'Agnol Atualizado em 27 Maio 2021, 21h56 - Publicado em 31 Maio 2021, 10h30

Profissionais contratados como temporários ou terceirizados dificilmente são efetivados no Brasil, mostra pesquisa da Assigna realizada em janeiro deste ano.

O levantamento aponta que 56,31% dos profissionais admitidos em uma dessas modalidades responderam nunca terem tido a efetivação após o fim do contrato pré-determinado.

De acordo com a coleta, os segmentos que mais contratam temporários e terceirizados são os setores de serviços, indústria e tecnologia.

Sobre o impacto da pandemia nesse tipo de trabalho, a maioria dos entrevistados que atuam no Recursos Humanos das empresas (48,44%) afirma que não houve mudança no fluxo de contratações, uma vez que a empresa já atuava nesse formato antes e manteve o ritmo de contratações após o início da pandemia.

Para os recrutadores, a maior vantagem da contratação temporária e terceirizada é a otimização de custos e, o principal desafio, inserir os profissionais na cultura da empresa.

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