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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Tom Cavalcante acusa banco no Panamá de calote de 2,3 milhões de dólares

Defesa do humorista diz que instituição sumiu com valores de duas contas, deixando apenas 55 mil dólares

Por Laísa Dall'Agnol Atualizado em 2 jul 2021, 17h00 - Publicado em 3 jul 2021, 12h30

O ator e comediante Tom Cavalcante briga na Justiça para reaver cerca de 2,3 milhões de dólares que estariam em duas contas de sua titularidade em um banco no Panamá.

A defesa de Cavalcante diz que quase todos os recursos foram retirados do FPB Bank, sem sua autorização, no início de 2016, e transferidos para um fundo de investimentos em Belize.

Depois da ‘limpa’, teriam restado apenas cerca de 55 mil dólares no banco panamenho.

A instituição é conhecida por praticar lavagem de dinheiro — inclusive com nomes da Lava Jato envolvidos — e, por causa dos ‘rolos’, sofreu uma intervenção do Banco Central do Panamá em 2017.

Agora, o que os advogados de Cavalcante tentam como prioridade é emplacar um chamado ‘protesto interruptivo da prescrição’, que é quando o credor precisa de tempo num título de crédito que está prestes a ser prescrito.

Isso, porque o Código de Defesa do Consumidor determina como cinco anos o tempo máximo para reparação pelos danos relativos à prestação dos serviços, prazo este que já está para vencer.

A ação corre na Justiça brasileira, com pedido de cooperação jurídica internacional.

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