Clique e assine a partir de 9,90/mês
Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Tiroteio interno

Lúcio Vieira Lima anda revoltado com a enxurradas de acusações a Eduardo Cunha, seu fraterno aliado. O último drible atribuído ao amigo que provocou o instinto reativo de Vieira Lima envolve a disputa pela Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, cargo para o qual Cunha estaria tentando emplacar um homem de sua confiança […]

Por Da Redação - Atualizado em 31 jul 2020, 06h09 - Publicado em 28 Maio 2013, 18h23

Alvo dos disparos

Lúcio Vieira Lima anda revoltado com a enxurradas de acusações a Eduardo Cunha, seu fraterno aliado. O último drible atribuído ao amigo que provocou o instinto reativo de Vieira Lima envolve a disputa pela Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, cargo para o qual Cunha estaria tentando emplacar um homem de sua confiança (Saiba mais em Guerra de lobbies).

A bomba de Vieira Lima acabou sobrando para Antônio Andrade, seu ex-companheiro de Câmara. Dispara Lúcio Vieira Lima:

– Em vez de ficar preocupado com cargos, o ministro deveria trabalhar para conter a bancada mineira do PMDB, que, com seis deputados, conseguiu assinaturas para a CPI da Petrobras. Ele (Antônio Andrade) é quadro do partido na Esplanada, só está lá para isso, acalmar seus correligionários, mas nem isso ele conseguiu. Dilma Rousseff deveria cobrá-lo.

Continua após a publicidade
Publicidade