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Teori autoriza envio de sigilo bancário da OPR para CPI do BNDES

O ministro do STF Teori Zavascki autorizou o envio dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da OPR Consultoria à CPI do BNDES. A empresa foi de Otílio Prado, ex-sócio de Fernando Pimentel e investigado pela Polícia Federal suspeito de pagar contas pessoais do governador de Minas e de sua mulher. Nas contas da empresa […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 00h07 - Publicado em 12 nov 2015, 14h52
Pimentel e Carolina: primeira-dama vai depor na PF

Investigações em curso

O ministro do STF Teori Zavascki autorizou o envio dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da OPR Consultoria à CPI do BNDES.

A empresa foi de Otílio Prado, ex-sócio de Fernando Pimentel e investigado pela Polícia Federal suspeito de pagar contas pessoais do governador de Minas e de sua mulher.

Nas contas da empresa a PF identificou depósitos considerados suspeitos, de cerca de 1,6 milhão, provenientes de entidades patronais mineiras.

Devido ao pedido de quebra de sigilo na CPI, advogados da OPR foram ao STF tentar barrar o envio dos dados.

Zavascki atendeu em parte o pedido. Não autorizou a quebra, mas sim a transferência do sigilo.

A diferença é que, se o sigilo fosse quebrado, as informações poderiam se tornar públicas. Com a transferência, os integrantes da CPI receberão o material, mas terão o dever de manter as informações em sigilo e um eventual vazamento pode ser passível de punição.

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