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STJ nega recurso e Mario Peixoto passará Natal em Bangu

Empresário está preso desde maio sob suspeita de comandar esquema de corrupção em contratos na saúde do Rio

Por Mariana Muniz Atualizado em 15 dez 2020, 19h03 - Publicado em 15 dez 2020, 18h58

Preso desde maio pela Lava-Jato, o empresário Mário Peixoto — suspeito de pagar propina em troca de contratos com o governo do Rio — vai passar o Natal na cadeia. 

A Sexta Turma do STJ negou nesta terça-feira um pedido de habeas corpus apresentado pela defesa do ex-todo-poderoso das organizações sociais fluminenses. A decisão foi unânime.

Em seu voto, o relator do caso, ministro Rogério Schietti, defendeu manter a prisão de Peixoto devido ao que chamou de “elevado grau de periculosidade” do empresário, apontado como o principal articulador e beneficiário dos supostos esquemas.

Na avaliação do ministro, outras medidas alternativas à prisão, que eram pedidas pelos advogados de Peixoto, “são insuficientes”.

O MPF acusou Peixoto e outros integrantes de seu grupo de, ainda no início de maio, durante a pandemia, continuarem a operar um esquema de fraude no âmbito das contratações emergenciais.

Melhor sorte teve o sócio dele, Cassiano Luiz da Silva, que foi colocado em liberdade com cumprimento de medidas cautelares.

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