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Setor energético vê ‘blefe’ da Bolívia em novo preço do gás

As notícias de que a Bolívia pretende aumentar em até 78% o preço do gás vendido para o Brasil foram recebidas com ceticismo por representantes do setor energético. A avaliação é que, com a perspectiva de redução das importações pela Argentina, aumentou a dependência do país vizinho das compras no Brasil, o que diminui seu poder de […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 23h57 - Publicado em 4 dez 2015, 08h03
Morales: Sem tanto poder de barganha

Morales: Sem tanto poder de barganha

As notícias de que a Bolívia pretende aumentar em até 78% o preço do gás vendido para o Brasil foram recebidas com ceticismo por representantes do setor energético.

A avaliação é que, com a perspectiva de redução das importações pela Argentina, aumentou a dependência do país vizinho das compras no Brasil, o que diminui seu poder de barganha.

Com isso, os bolivianos querem “subir a régua” para enfrentar a reunião com o Ministério de Minas e Energia (MME) na próxima semana.

Além disso, o gás natural liquefeito (GNL), antes considerado uma alternativa muito cara, agora começa a ter preços mais atrativos, diante dos preços internacionais em queda. Já chega a alguns portos brasileiros a US$ 7 por milhão de BTU (sigla para Unidade Térmica Britânica, que mede o poder calorífico do gás) e há terminais de regaseificação com capacidade ociosa.

Segundo a imprensa boliviana, o governo Evo Morales quer aumentar o preço do gás dos atuais US$ 5,7 por milhão de BTU para US$ 10,16.

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