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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Sessão de ‘O diabo veste Prada’ no TSE vale remuneração ao servidor

Tribunal explica que se trata de um projeto pedagógico

Por Evandro Éboli - Atualizado em 20 maio 2019, 11h29 - Publicado em 20 maio 2019, 09h17

O TSE tem promovido sessões de cinema num de seus auditórios, durante horário de expediente e em dia de semana. Batizado de “Cine debate”, a sessão é seguida de um debate e rende, ao participante, um adicional na remuneração.

Nesta segunda, o filme da vez é “O diabo veste Prada”. Será das 15h às 18h e o informe interno avisa aos funcionários que as vagas são limitadas e que vale “adicional de qualificação”. No chamado, há a imagem de um pacote de pipocas.

O TSE informou ao Radar que esse adicional é pago para cada 120 horas de capacitação, representando 1% da remuneração do servidor, limitado a 3%. Também explicou que se trata de uma maneira econômica, alternativa e não onerosa de “promover e capacitar seus servidores”.

A escolha de “O diabo veste Prada” tem suas razões, segundo o tribunal: “objetivos são abordar temas como assédio moral; condutas inadequadas aos gestores e suas consequências; colaboração e trabalho em equipes; autoconhecimento nas escolhas de carreira; e valores pessoais e profissionais”.

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O TSE diz que a prática de uso de filmes, mediada por facilitadores, é comum em outros órgãos, como TST e STJ. E que a concessão do adicional é prevista em lei e que seja em área de interesse da administração e do servidor. O TSE exibe um filme por mês, editado, não ultrapassando duas horas de atividade.

Abaixo, o convite para os servidores do TSE.

reprodução/Reprodução

 

 

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