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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Eleição presencial na Câmara espalha medo da Covid-19 entre servidores

Com exigência de que o deputado compareça para votar, Rodrigo Maia estima em 3.000 pessoas circulando pelos corredores

Por Evandro Éboli Atualizado em 26 jan 2021, 15h07 - Publicado em 27 jan 2021, 08h30

Do PT ao PSL. Do PSOL ao DEM. Funcionários dos gabinetes dos deputados e de lideranças dos partidos na Câmara estão preocupados com a decisão da direção da Casa de que a votação do próximo dia 1º terá que ser presencial.

Em trabalho remoto desde o ano passado, boa parte dos servidores está atuando de casa. E no sistema de revezamento.

Contrário a essa exigência, Rodrigo Maia estima que cerca de 3.000 pessoas circulem nos corredores da Câmara no dia da escolha de seu sucessor.

Ele já disse que não se responsabilizará pela disseminação do vírus e até eventuais registros de mortes decorrentes dessa infecção.

Os funcionários aguardam orientações das duas chefias, que, por sua vez, esperam uma posição oficial da Direção Geral se serão necessárias as presenças de todos.

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