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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Senador antecipa discurso eleitoral de Lula para a alta da gasolina

Em 2022, petismo vai bater na venda de refinarias e na política implementada por Michel Temer na estatal

Por Robson Bonin Atualizado em 24 nov 2021, 13h21 - Publicado em 23 nov 2021, 12h02

Líder da minoria no Senado, Jean Paul Prates disse nesta terça que a venda de oito refinarias pela Petrobras é uma das principais razões para a alta do preço dos combustíveis e do gás de cozinha.

A política de preços praticada hoje pela Petrobras para o mercado de combustíveis brasileiro foi implementada na gestão de Pedro Parente no Governo Temer, em 2017. Mantida pelo Governo Bolsonaro, ela obriga todas as refinarias a praticarem a “paridade de preços internacional”, ou PPI. Com isso, os preços de venda no mercado interno são reajustados de acordo com a variação imediata dos valores do dólar e do barril de petróleo.

“É a venda das nossas refinarias que faz o Governo Federal lutar tanto pela paridade de preços internacionais em lugar de praticar um preço mais baixo para o mercado interno e para a população brasileira. Quem está sendo penalizada é a dona de casa que não tem um botijão de gás e é obrigada a buscar alternativas que colocam em risco sua vida”, afirmou.

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