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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Sem plateia, orquestra cria comitê para captação de recursos

Atividades presenciais da Osesp estão suspensas desde o dia 14 de março.

Por Manoel Schlindwein - Atualizado em 1 out 2020, 16h13 - Publicado em 2 out 2020, 16h32

A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo paralisou em 14 de março as atividades presenciais em função da pandemia. Desde então, está remarcando os concertos desta temporada, de celebração dos 250 anos do nascimento de Beethoven.

Nos cálculos da Fundação Osesp, há uma perda estimada de 50% dos 15,9 milhões de receita operacional previstos para 2020. Além da bilheteria, ainda entram na conta a locação da Sala São Paulo para eventos e os valores das concessionárias, como estacionamento, restaurante, café e lojas. Apenas 33% será receita em 2020.

Diante da redução das receitas, o Conselho da Fundação Osesp resolveu criar um comitê especial de captação de recursos. O grupo realiza um trabalho de mapeamento do mercado e estreitamento de relações com empresas e pessoas físicas para aumentar a percepção da relevância da orquestra e suas atividades educacionais.

A orquestra montou uma programação virtual em seus canais digitais de modo a manter o vínculo com o público. Na prática, a iniciativa permitiu a manutenção de boa parte dos aportes de patrocínio e apoio, mas os recursos não são suficientes.

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