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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia e Mariana Muniz. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Sem brincadeira

Lula não estava – conforme tentou consertar depois –  brincando quando baixou a borduna na política econômica de Dilma Rousseff, há dez dias. A um interlocutor, Lula indagou: – Se a inflação não tem sido causada por um problema de demanda interna, por que restringir crédito? Mas para Lula, agora, não dá para mexer em […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 03h37 - Publicado em 23 jun 2014, 07h03
Apalavrado

Falando sério

Lula não estava – conforme tentou consertar depois –  brincando quando baixou a borduna na política econômica de Dilma Rousseff, há dez dias. A um interlocutor, Lula indagou:

– Se a inflação não tem sido causada por um problema de demanda interna, por que restringir crédito?

Mas para Lula, agora, não dá para mexer em peças da Esplanada. Questionado se ainda não é tempo, Lula retrucou nessa conversa que, na reta final do mandato, quem (de alto gabarito) aceitaria entrar no governo?

Sobrou até para o comportamento de Dilma Rousseff diante das críticas à organização da Copa do Mundo. Lula deu a entender que sua pupila demorou a entrar em campo.

Lula não esconde a preocupação com a rejeição a Dilma e disse que ela deveria ter começado a defender mais energicamente o legado da Copa um ano atrás, como vem fazendo de uns tempos para cá.

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