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Sem acordo por ativos de energia da Queiroz Galvão

Na rua há pelo menos seis meses, a venda de um pacote de usinas hidrelétricas e eólicas da Queiroz Galvão Energia não sai do papel. Diversos grupos já chegaram a avaliar os ativos – como os chineses da CTG e a Tractebel –, mas não fecharam negócio. O problema é o preço: a Queiroz Galvão […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 23h37 - Publicado em 1 fev 2016, 08h05
Sem acordo por parque eólicos e hidrelétricas

Sem acordo por parque eólicos e hidrelétricas

Na rua há pelo menos seis meses, a venda de um pacote de usinas hidrelétricas e eólicas da Queiroz Galvão Energia não sai do papel. Diversos grupos já chegaram a avaliar os ativos – como os chineses da CTG e a Tractebel –, mas não fecharam negócio.

O problema é o preço: a Queiroz Galvão quer pelo menos 1 bilhão de reais, excluindo os investimentos necessários para colocar de pé projetos ainda não concluídos.

Além disso, não aceita o pagamento mais esticado: as proponentes querem pagar a maior parte do valor mais à frente, para não correr o risco de perder dinheiro caso o grupo controlador entre com pedido de recuperação judicial, o que pode comprometer a transação.

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