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Segovia reclama de igualdade pregada pela reforma da Previdência

Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros

Por Pedro Carvalho Atualizado em 29 nov 2017, 12h26 - Publicado em 29 nov 2017, 10h30

Alguns não querem mesmo largar o osso. O Planalto vem alardeando a reforma da Previdência como um combate a privilégios e “a favor da igualdade”.

Mas não é assim que funciona. Ontem mesmo, após encontro com Rodrigo Maia, o diretor da Polícia Federal disse que os agentes não podem “perder direitos” com as mudanças propostas pelo governo.

O principal ponto é a idade mínima para a aposentadoria. Enquanto para o brasileiro comum é 65 anos, policiais poderão se aposentar com 55 anos, de acordo com a proposta mais enxuta. Com salário integral. Para Segovia, não é o suficiente.

Curioso é que na página especial para a reforma feita pelo Governo, há o seguinte texto: “A população brasileira não aceita mais que uma parcela da população pague pelo privilégio de poucos”. Faz sentido.

 

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