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‘Salvar vidas é a nossa prioridade’, diz Barroso sobre proibição de cultos

Quatro ministros do STF já votaram para manter os decretos que restringem atividades religiosas durante a pandemia; Nunes Marques manteve posição contrária

Por Mariana Muniz Atualizado em 8 abr 2021, 18h23 - Publicado em 8 abr 2021, 17h54

Cinco ministros do Supremo Tribunal Federal votaram até agora a favor dos decretos de municípios e estados que restringem atividades religiosas durante a pandemia. O julgamento começou nesta quarta-feira e continuou nesta quinta.

“Salvar vidas é a nossa prioridade. Aliás é difícil de acreditar que passado mais de um ano de pandemia, até hoje não haja um comitê médico científico de alto nível orientando as ações governamentais”, disse o ministro Roberto Barroso. 

Além de Barroso, Rosa Weber, Edson Fachin e Alexandre de Moraes acompanharam o ministro Gilmar Mendes, relator do caso. O ministro Nunes Marques, que liberou as atividades religiosas no sábado, votou de maneira diversa e foi acompanhado por Dias Toffoli.

Mais cedo, o ministro Edson Fachin fez um duro voto contra a possibilidade de decretos proibirem atividades de caráter coletivo. “A cada instante que não se mantém as pessoas em casa, mais a epidemia se espalha. Os hospitais não conseguem atender a todos. Na iminência do colapso, mais riscos não podem ser tolerados”, disse. 

 

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