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Rompendo o isolamento institucional

A propósito da campanha, Rodrigo Janot acredita que o Ministério Público vive um momento de isolamento institucional que precisa ser superado. Esse, aliás, será o mote de sua candidatura. Ao falar sobre uma fórmula para dialogar com Congresso, alvo frequente do MP, Janot tem contado uma história sobre a atuação de Claudio Fonteles quando esteve […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 06h41 - Publicado em 13 mar 2013, 20h22

Ossos do ofício

A propósito da campanha, Rodrigo Janot acredita que o Ministério Público vive um momento de isolamento institucional que precisa ser superado.

Esse, aliás, será o mote de sua candidatura.

Ao falar sobre uma fórmula para dialogar com Congresso, alvo frequente do MP, Janot tem contado uma história sobre a atuação de Claudio Fonteles quando esteve à frente da PGR.

Segundo Janot, quando foi denunciar ACM, Fonteles enviou um assessor ao gabinete do senador com uma cópia da peça acusatória.

Junto dela um bilhete dizia que aquele material seria enviado ao STF em 72 horas.

ACM, por sua vez, respondeu dizendo que não gostou nada daquilo, mas que foi melhor saber da denúncia pelo procurador do que através da imprensa.

Ao contar a história, Janot lembra que o próprio ACM, anos depois, foi favorável à recondução de Fonteles. Diz o procurador:

– Seremos os acusadores como manda a Constituição. Mas temos que fazê-lo dentro do que a lei determina. Não precisamos esculachar ninguém ou adjetivar uma denúncia. Fazendo as coisas desta forma ninguém fica com raiva.

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