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Temer e Maia: a distância entre eles é só o começo da guerra

Relação foi para o espaço quando o presidente decretou intervenção no Rio sem ouvir o deputado fluminense

Por Gabriel Mascarenhas Atualizado em 7 mar 2018, 07h19 - Publicado em 7 mar 2018, 07h18

O clima entre Michel Temer e Rodrigo Maia bateu o pico de estresse.

Eles não se sentam frente a frente há 20 dias, desde 16 de fevereiro, quando o presidente da Câmara descobriu que Temer decretaria uma intervenção no Rio sem oferecer-lhe a possibilidade de participar do debate.

Na ocasião, também estava presentes Moreira Franco, Eunício Oliveira, Raul Jungmann e Luiz Fernando Pezão. A sós os presidentes da República e da Câmara não conversam há mais de um mês.

E o cenário adiante anuncia-se ainda mais conflagrado.

Maia não se surpreenderá caso Temer decida puni-lo na próxima reforma ministerial, substituindo os ministros que são seus aliados do por nomes indicados pelo MDB do Senado.

Isso significa que as cadeiras hoje ocupadas por figuras como Mendonça Filho (Educação) e Fernando Bezerra Coelho (Minas e Energia), que deixarão a Esplanada para disputar a eleição, podem parar nas mãos de outro grupo de poder, bem distante dos amigos de Maia.

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