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Radar TVeja: Com cassação pedida, Cunha perde fôlego

De nada adiantou a intensa pressão da tropa de choque de Eduardo Cunha sobre o relator Marcos Rogério, que nesta quarta-feira apresentou seu relatório pela cassação do presidente afastado da Câmara. A defesa de Cunha apontou inconsistências no parecer e vai recorrer caso ele seja aprovado, em reunião do Conselho de Ética prevista para a […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 22h36 - Publicado em 1 jun 2016, 21h28

http://videos.abril.com.br/veja/id/775bfd4e0e86991193cf374e19376b93?

De nada adiantou a intensa pressão da tropa de choque de Eduardo Cunha sobre o relator Marcos Rogério, que nesta quarta-feira apresentou seu relatório pela cassação do presidente afastado da Câmara.

A defesa de Cunha apontou inconsistências no parecer e vai recorrer caso ele seja aprovado, em reunião do Conselho de Ética prevista para a semana que vem.

Com o processo de perda de mandato do peemedebista se aproximando da reta final depois de meses de procrastinação, voltou a circular em Brasília a possibilidade de o Ministério Público pedir a prisão preventiva de Cunha, sob a alegação de que, mesmo afastado, ele manteve tentativas de obstruir a tramitação de seu processo.

O que se sabe é que o procurador-geral da República recebeu documentos do presidente do conselho de ética da Câmara, José Carlos Araújo, sobre ações de Cunha.

Quando aprovaram o afastamento do peemedebista do cargo e do mandato, os ministros do Supremo Tribunal Federal fizeram questão de frisar que se tratava de uma decisão excepcionalíssima. Para que a corte aprove um pedido desta natureza serão necessárias provas gritantes de ação de Cunha para obstruir investigações.

As próximas horas vão mostrar se o clima de apreensão desta quarta em Brasília era apenas resultado de uma onda forte de boatos ou se vem aí mais uma bomba da Lava-Jato. Afinal, o que não tem faltado nos últimos meses são situações excepcionalíssimas.

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