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‘Rachadinha’: Viúva e mãe de miliciano cometeram desvios 310 vezes

Na denúncia contra Flávio Bolsonaro, MP do Rio também revela participação do 'capitão' Adriano da Nóbrega

Por Mariana Muniz Atualizado em 23 nov 2020, 20h12 - Publicado em 24 nov 2020, 08h23

Na denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio contra Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz e outras 15 pessoas no caso das “rachadinhas” na Alerj, os procuradores também descrevem a participação da mãe e da viúva do miliciano Adriano da Nóbrega.

A denúncia descreve o cometimento do crime de peculato — que é quando o agente público desvia verbas para outras finalidades — 254 vezes por parte de Danielle Mendonça da Costa e 56 vezes por parte de Raimunda Magalhães da Nóbrega. 

Os desvios eram feitos em pagamentos recebidos dos cofres da Assembleia, na época em que o filho “zero um” do presidente era deputado estadual. 

Segundo o MP-RJ, as duas eram “assessoras fantasmas” no gabinete de Flávio, “sob compromisso de devolverem parte dos salários desviados”.

Ainda segundo a denúncia, a organização criminosa comandada por Flávio Bolsonaro desviou 6,1 milhões de reais dos cofres públicos.

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