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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Prisão de Cunha e Geddel não influenciou a organização criminosa

Rapidamente substituídos

Por Pedro Carvalho Atualizado em 14 set 2017, 18h15 - Publicado em 14 set 2017, 18h11

O núcleo político na organização criminosa que Rodrigo Janot chama de “PMDB na Câmara” não sofreu maiores golpes em seu funcionamento mesmo com a prisão de Eduardo Cunha, Geddel Vieira Lima e Henrique Eduardo Alves.

Foi abalado, é verdade, mas os desdobramentos das investigações criminais “não tiveram influência nos negócios escusos mantidos pela organização”, diz Janot.

A solução encontrada pelo grupo liderado por Michel Temer foi fácil: “apenas novos articuladores foram escalados para o papel daqueles que foram afastados de suas funções”, afirma a denúncia.

 

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