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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Presidente de comitê científico da Covid no Rio é favorável a Copa América

Edimilson Migowsk diz que torneio não é diferente de outras competições de futebol em curso no país

Por Lucas Vettorazzo Atualizado em 3 jun 2021, 18h46 - Publicado em 3 jun 2021, 18h30

O infectologista da UFRJ e presidente do Comitê Científico de acompanhamento da Covid-19 do Governo do Estado do Rio, Edimilson Migowsk, afirmou nesta terça-feira que a realização da Copa América no Brasil no próximo mês não traria mais ou menos riscos do que as competições de futebol que já estão em curso no país.

Segundo ele disse à coluna, a Copa América é menor em número de equipes e duração do que, por exemplo, a Copa Libertadores da América, que tem 32 equipes e quase seis meses de duração, e a série A do Brasileirão, com 20 times e jogos até o dezembro. No final de semana passado, houve 10 partidas entre clubes em diferentes Estados por ocasião da estreia do campeonato brasileiro.

A realização da Copa América no Brasil foi divulgada ontem pela Conmebol, após desistências de Colômbia e Argentina para sediarem o evento. Ainda não foram divulgadas quais serão as cidades sede da competição que começa no próximo dia 13.

O governador do Rio, Claudio Castro, e o prefeito da capital, Eduardo Paes, prometeram se reunir para discutir a realização de jogos no Maracanã, mas o encontro ainda não aconteceu.

Em nota divulgada na última terça, Castro disse que a decisão será técnica. No que depender do conselho técnico de Migowsk, a chance é de que haja jogos no Rio.

“Quem enxerga problema na Copa América deveria enxergar problema em outros campeonatos, como a Copa do Brasil, o Brasileirão e a Libertadores. O nível de circulação de pessoas num campeonato brasileiro com 10 jogos por final de semana é muito maior do que seria na Copa América, por exemplo”, disse ele.

 

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