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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Por ora, Guedes consegue segurar demissões na Economia, diz interlocutor

Ministro usa seu 'poder de convencimento' para manter os auxiliares, insatisfeitos com o novo Auxílio Brasil fora do teto de gastos, na equipe

Por Robson Bonin 20 out 2021, 08h58

Como diria a música, “não está sendo fácil”, mas Paulo Guedes, ao que parece, conseguiu segurar, por ora, a rebelião na Economia por causa do novo Auxílio Brasil de 400 reais, que escapa do teto de gastos.

O secretário de Fazenda do governo, Bruno Funchal, era nesta terça a face mais visível do descontentamento da equipe de Guedes diante do anúncio do novo valor do programa social do governo. Dias atrás, ele havia dito que não assinaria medidas que estourassem o teto de gatos.

“O clima é ruim, mas parece que o ministro está conseguindo segurar a onda até agora. Está usando o cheque especial para segurar a turma”, diz um interlocutor de Guedes sobre a potencial debandada da equipe.

Por “cheque especial”, entenda-se que Guedes está gastando seu capital político pessoal e seu poder de convencimento para manter a equipe unida.

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