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Ponta do lápis

O governo prepara um novo movimento para convencer os deputados a aprovar o projeto de lei que destina o quinhão dos royalties do petróleo para a educação nos moldes desejados por Dilma Rousseff. A Câmara continua batendo o pé para garantir 50% dos recursos do Fundo Social para a educação, enquanto o Executivo defende a […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 05h45 - Publicado em 23 jul 2013, 11h29

Assessores à frente

O governo prepara um novo movimento para convencer os deputados a aprovar o projeto de lei que destina o quinhão dos royalties do petróleo para a educação nos moldes desejados por Dilma Rousseff.

A Câmara continua batendo o pé para garantir 50% dos recursos do Fundo Social para a educação, enquanto o Executivo defende a destinação da metade dos rendimentos do fundo.

O projeto deverá entrar em pauta no dia 6 de agosto, logo após a volta do recesso. Como o Palácio do Planalto fracassou na queda de braço política, a estratégia agora é apelar à lógica metamática.

Técnicos das lideranças da base aliada vão se reunir, amanhã, com a assessoria de Gleisi Hoffmann para, enfim, tentar chegar a um consenso. Divergentes, os dois lados garantem por A mais B que sua conta trará mais benefícios ao país, lógico.

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