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Polícia Federal vai usar drones para periciar áreas de crimes

Equipamentos serão usados no mapeamento de locais de mortes violentas, ações de arrombamentos, áreas onde tenham ocorrido explosões

Por Hugo Marques - Atualizado em 15 set 2020, 10h53 - Publicado em 15 set 2020, 10h24

A Diretoria Técnico-Científica da Polícia Federal vai utilizar aeronaves remotamente pilotadas (drones) para periciar locais de crimes.

A instituição está adquirindo 40 drones, 34 GPS portáteis, 46 detectores de metal, 2 câmeras termográficas e 20 kits de lentes para celulares para incrementar seu setor de perícias. São drones de porte médio, cada um deve custar 21.500 reais.

Os drones serão utilizados no mapeamento de locais de mortes violentas, ações que envolvem arrombamentos, áreas onde tenham ocorrido explosões, grandes incêndios e desastres causados pelo homem, cujos vestígios estendem-se de escalas microscópicas a macroscópicas.

Segundo o edital da PF, uma das etapas mais importantes do processamento dos locais de crimes é aquela em que o perito criminal realiza a documentação dos vestígios. Falhas na documentação destes vestígios, diz a PF, com frequência levam a questionamentos judiciais que enfraquecem a qualidade da prova técnica.

Para adquirir os novos equipamentos, a corporação lembra que durante casos reais, como o do rompimento de uma barragem em Brumadinho, Minas Gerais, foi necessário coletar câmeras fotográficas entre os setores do Instituto Nacional de Criminalística para atender à demanda.

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Os equipamentos estão ultrapassados. Muitas máquinas fotográficas disponíveis na Academia Nacional de Polícia já possuem quase 20 anos de uso.

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