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Planejamento veta contratação de segurança privada para ministra

Chefe da pasta de Direito Humanos, Luislinda Valois alegou estar 'vulnerável a possíveis ações contra a sua pessoa'

Por Gabriel Mascarenhas 31 ago 2017, 12h32

Luislinda Valois, ministra de Direitos Humanos, foi gongada pelo Planejamento quando solicitou dois possantes de 90 000 reais para uso pessoal. Levou um carro usado, e olhe lá.

Recentemente, ele fez nova investida. Solicitou a contratação de segurança privada para acompanhá-la. De cara, o Planejamento negou o mimo.

Luislinda não desistiu e encaminhou à pasta seus motivos para pleitear a proteção especial.

Ela alegou que, como desembargadora, “foi responsável por decisões e sentenças, que muitas vezes, contrariam os interesses de determinadas pessoas e grupos, ficando vulnerável a possíveis ações contra a sua pessoa”.

O Planejamento não se sensibilizou.

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