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Planalto quer distância da reforma política

Qualquer movimento do Palácio do Planalto criaria problema junto à base aliada

Por Gabriel Mascarenhas 18 ago 2017, 08h31

Desta vez, Michel Temer preferiu não liberar emendas para comprar votos na Câmara em favor de uma ou outra versão da reforma política.

O Palácio do Planalto, na prática, decidiu fingir que a proposta sequer está tramitando no Congresso. Questão de prudência.

Se defender o distritão, arrumará um problema com os partidos dos Tiriricas da vida, os chamados puxadores de votos; caso trabalhasse pela aprovação da clausula de barreira, por exemplo, perderia as legendas nanicas que o apoiam.

A eventual defesa do fundo público para financiar as campanhas geraria críticas junto à população, que acusaria o governo de morder o caixa em benefício dos seus…

Enfim, não há posição a ser adotada por Temer que traga qualquer benefício a ele.

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