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Pedido de Crivella para anular busca e apreensão pode mudar de mãos no STJ

Pedido da defesa do prefeito do Rio contra operação do MP está atualmente com o ministro João Otávio de Noronha, da Quinta Turma

Por Mariana Muniz - 21 set 2020, 21h30

O pedido de Marcelo Crivella ao STJ para anular o mandado de busca e apreensão do qual foi alvo em uma operação deflagrada pelo Ministério Público do Rio pode mudar de mãos e de colegiado — saindo de uma turma com viés mais “linha dura” com os réus, a Quinta, para outra de perfil mais garantista, a Sexta.

Atualmente o caso está com o ministro João Otávio de Noronha, que integra a Quinta Turma, mas um pedido de redistribuição feito pela defesa de Crivella pode levar o processo para o ministro Antônio Saldanha, da Sexta Turma.

É que, segundo os investigadores, as buscas feitas na casa e no gabinete do prefeito do Rio derivam da Operação Hades, cujo relator no STJ é Saldanha. Diante dessa informação, Noronha resolveu consultar o colega. A resposta deve sair nos próximos dias.

No habeas corpus apresentado ao STJ, os advogados de Crivella argumentam que foram cometidas ilegalidades na operação e no processo judicial, que corre no Tribunal de Justiça do Rio. A medida faz parte de um inquérito policial que apura uma suposta organização criminosa e esquema de corrupção dentro da prefeitura do Rio.

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