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Partido não pode pedir apreensão de celular de Bolsonaro, diz PGR

Chefe da procuradoria, Augusto Aras recomendou ao STF o arquivamento do pleito da oposição sem análise de mérito

Por Robson Bonin Atualizado em 28 Maio 2020, 11h18 - Publicado em 28 Maio 2020, 09h34

O procurador-geral da República, Augusto Aras, encaminhou petição a Celso de Mello na qual afirma que o pedido de apreensão do celular de Jair Bolsonaro, formulado pela oposição, seja arquivado sem análise de mérito.

Aras argumenta que não cabe a partido político formular tal medida, o que  é tarefa exclusiva da PGR, que se manifestará no processo quando chegar a hora.

“É inadmissível a instauração de procedimento investigativo a partir da provocação de partidos políticos”, afirma o procurador.

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Em nota divulgada no dia 22, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, divulgou nota para afirmar que “o pedido de apreensão do celular do presidente da República é inconcebível e, até certo ponto, inacreditável”. Segundo o ministro palaciano, se a medida fosse concretizada, poderia haver “consequências imprevisíveis” para a estabilidade nacional.

O pedido de apreensão dos celulares de Bolsonaro e de seu filho, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), foi feito pelos partidos de oposição PDT, PSB e PV, em notícia-crime enviada ao STF e encaminhada pelo ministro Celso de Mello à Procuradoria-Geral da República para avaliação. A petição foi protocolada no âmbito do inquérito que apura suposta interferência de Bolsonaro na Polícia Federal.

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