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Palocci relata crimes envolvendo 12 políticos e 16 empresas

Documento obtido pelo Radar confere, pela primeira vez, contornos concretos à principal frente da delação do ex-ministro

Um documento de oito páginas obtido pelo Radar confere, pela primeira vez, contornos concretos à principal frente da delação do ex-ministro Antonio Palocci fechada com a Polícia Federal e homologada pelo ministro Edson Fachin, chefe da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal.

A partir desse documento, assinado por Fachin em abril deste ano, descobre-se que o acordo firmado pelo ex-ministro no Supremo tem 23 anexos, que tratam de 12 políticos, entre ex-ministros de Estado, parlamentares e ex-parlamentares.

Há, nas revelações (muitas antecipadas por VEJA em diferentes reportagens publicadas em 2017), farto material sobre supostas relações criminosas envolvendo empresários e pelo menos 16 empresas e instituições financeiras públicas e privadas da República. Os valores totais citados por Palocci em transações supostamente criminosas chegam a mais de 330 milhões de reais – boa parte pagamento de propinas ao PT e a parlamentares.

 (Divulgação/Divulgação)

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  1. André Liberdade de Expressão é meu direito CF Art Quinto

    Não tem o que contra argumentar! Palocci, petista e uma das pessoas de confiança do Lula confessa os crimes praticados pelo próprio Lula, Gleisi Hoffmann, Dilma e de todo o partido. Então, não há perseguição, o PT é realmente uma organização criminosa. Conserte seu erro, Palocci, e entregue tudo.

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  2. José Oliveira Martins

    A cada dia que passa a situação dos políticos do PT e outros partidos estão se complicando. Não há como contestar denuncias do Palocci. É quase impossível. Ainda assim estão querendo desbancar a Lava Jato. É uma vergonha.

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