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Operação ressuscitada

O Ministério Público de São Paulo recorreu ao STF, pedindo que a Operação Castelo de Areia seja reaberta. O relator da apelação é o mais novo ministro da Corte, Luís Roberto Barroso. A Castelo de Areia é a investigação que apurava superfaturamento de contratos, fraudes em concorrências, pagamento de propinas. Uma montanha de 200 políticos de […]

Por Da Redação - Atualizado em 17 fev 2017, 09h33 - Publicado em 8 ago 2013, 07h03

Nas mãos do elator

O Ministério Público de São Paulo recorreu ao STF, pedindo que a Operação Castelo de Areia seja reaberta. O relator da apelação é o mais novo ministro da Corte, Luís Roberto Barroso.

A Castelo de Areia é a investigação que apurava superfaturamento de contratos, fraudes em concorrências, pagamento de propinas. Uma montanha de 200 políticos de todos os partidos pode ter recebido o dinheiro proveniente da bandalheira.

Em 2010, o então presidente do STJ, Cesar Asfor Rocha, suspendeu a Castelo de Areia sob a justificativa de que o Ministério Público partiu de uma denúncia anônima para instalar os grampos para as escutas telefônicas – uma decisão inédita na história do STJ, aliás.

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Quem conseguiu o travamento do inquérito foi Marcio Thomaz Bastos, advogado da Camargo Corrêa, uma das empreiteiras que aparecem nas escutas.

A Castelo de Areia, que tanto pânico causa em governantes de várias latitudes e empreiteiras, pode, portanto, voltar a assombrá-los.

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