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Oito em cada dez caminhoneiros não fazem exames de rotina periodicamente 

Pesquisa revela os hábitos de saúde dos caminhoneiros no Brasil

Por Pedro Carvalho Atualizado em 13 dez 2019, 15h33 - Publicado em 13 dez 2019, 14h15

Ameaçando greve-geral pré-natalina, os caminhoneiros do Brasil possuem hábitos pouco saudáveis, mas querem mudar isso. É o que revela uma pesquisa exclusiva da Repom, marca da Edenred Brasil.

Os dados revelam hábitos e rotinas da categoria, como o apontamento de que 78% dos motoristas vão ao médico apenas ao sentir dores ou passar mal, ante 17%, que respondeu fazer exames de rotina periodicamente.

A pesquisa também apontou que 30% dos motoristas revelaram contar com algum plano de saúde e dos que não têm, 67% alegam como motivo o valor muito alto, 11% mencionam não ter interesse em contratar uma assistência médica, 11% responderam que pagam particular quando necessário, 9% utilizam a rede pública e 2% alegaram outros motivos.

Quando questionados sobre a periodicidade, 61% afirmaram ter realizado algum tipo de exame médico há pelo menos um ano; 5% nunca fez; 11% realizaram um exame há dois anos e outros 5% e 17% há pelo menos três anos ou mais, respectivamente.

Já entre os principais problemas de saúde apontados, 16,7% revelam que são hipertensos, 15,1% relatam problemas renais e 14%, problemas ortopédicos, como coluna, pernas, joelhos, braços e ombros. Outros 13,5% também são diabéticos.

A adoção de hábitos mais saudáveis também é apontada como uma preocupação dos caminhoneiros, pois 43% querem iniciar uma atividade física nos próximos seis meses e 41% revelam o desejo de controlar o peso.

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