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Odebrecht tenta preservar sua operação no exterior

Enquanto se vê às voltas com a Lava-Jato e suas consequências no Brasil, a Odebrecht tenta preservar sua operação no exterior. O braço internacional de engenharia industrial do grupo acaba de inaugurar o primeiro trecho da obra do poliduto Pascuales-Cuenca, no Equador. O poliduto, com extensão total de 215 quilômetros, passa pela Cordilheira dos Andes […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 23h21 - Publicado em 8 mar 2016, 13h05
Pascuales-Cuenca: recém inaugurado

Pascuales-Cuenca: recém inaugurado

Enquanto se vê às voltas com a Lava-Jato e suas consequências no Brasil, a Odebrecht tenta preservar sua operação no exterior.

O braço internacional de engenharia industrial do grupo acaba de inaugurar o primeiro trecho da obra do poliduto Pascuales-Cuenca, no Equador.

O poliduto, com extensão total de 215 quilômetros, passa pela Cordilheira dos Andes com altitude de até 3.637 metros sobre o nível do mar.

O empreendimento, que permitirá o transporte de diesel, gasolina e gás, deve tirar de circulação boa parte dos caminhões-tanque das rodovias equatorianas, permitindo economia estimada em cerca de 270 milhões de dólares nos próximos 20 anos.

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