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Radar Por Gabriel Mascarenhas (interino) Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Obra com a marca da Delta

A concorrência que escolheu a Delta para erguer um prédio do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro foi “direcionada” e “com indícios de fraude fiscal”. É o que revela um contundente relatório do CNJ. O contrato de 174,8 milhões de reais — assinado em 2010 pelo então presidente do TJ, Luiz Zveiter, e aditivado […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 07h39 - Publicado em 12 out 2012, 07h04

O prédio do TJ e Cavendish: é só escarafunchar a Delta que as irregularidades aparecem

A concorrência que escolheu a Delta para erguer um prédio do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro foi “direcionada” e “com indícios de fraude fiscal”.

É o que revela um contundente relatório do CNJ. O contrato de 174,8 milhões de reais — assinado em 2010 pelo então presidente do TJ, Luiz Zveiter, e aditivado quatro vezes pelo sucessor, Manoel dos Santos — é questionado do início ao fim.

O CNJ afirma que o TJ-RJ foi “tendencioso” ao exigir atestados extremamente específicos no edital. Pior: o edital nunca foi analisado pela área técnica do tribunal.

Depois de vencer a concorrência, as facilidades da empresa de Fernando Cavendish cresceram ainda mais: mesmo sem qualquer acréscimo na obra, a Delta foi agraciada com aditivos superiores a 23% entre 2010 e 2012. Até o pagamento de impostos foram sonegados.

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