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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

O sermão de Sarney em Eduardo: ‘A democracia veio para sempre’

Nascido em 1984, filho de Bolsonaro não sabe o que diz quando defende ‘coisa do século passado, de um tempo que já se findou’

Por Robson Bonin - Atualizado em 5 nov 2019, 07h01 - Publicado em 5 nov 2019, 06h01

Eduardo Bolsonaro virou personagem do artigo de José Sarney sobre golpes militares e o AI-5. Para variar, tomou mais um sabão por falar o que não devia e criar uma confusão sobre o nada na semana passada.

“Os momentos de ruptura democrática no Brasil ocorreram sempre em meio a crises institucionais gravíssimas. Agora temos uma Constituição absolutamente democrática, a mais longeva da história da República”, escreve Sarney.

“Na coerência de minha atitude ao longo da vida de democrata, não posso admitir com o meu silêncio que alguém pense em romper com nosso caminho de liberdade e democracia. Assim, condenei a atitude de um deputado que voltou a falar do AI-5, coisa do século passado, de um tempo que já se findou”, segue o ex-presidente.

“Hoje o Brasil é uma sociedade de democracia consolidada e de instituições fortes. Assim, vejo com grande satisfação a reação nacional quase unânime de repelir qualquer tentativa de violar a Constituição. A democracia veio para sempre, e eu dei a minha contribuição para que assim seja”, conclui.

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Em português claro, Sarney aconselha o deputado, nascido em 1984, a cuidar mais quando for falar sobre “coisa do século passado”, cujo tempo, por ainda ser o rebento de fraldas, pouco viveu.

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