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O que fez a OAB contra a advogada que atacou as filhas de ministros do STF

Caso da mulher que defendeu estuprar filhas de magistrados da Corte está no tribunal de ética da entidade

Por Mariana Muniz Atualizado em 23 jun 2020, 09h54 - Publicado em 23 jun 2020, 09h25

Está correndo na OAB do Rio Grande do Sul o processo contra a advogada Cláudia Teixeira Gomes – autora das ameaças de estupro contra filhas de ministros do STF lidas por Alexandre de Moraes durante o julgamento do inquérito das fake news nesta semana.

O processo foi aberto em novembro do ano passado e está correndo dentro do tribunal de ética e disciplina da Ordem gaúcha. Por conta da pandemia atrasou um pouco, mas segue caminhando. Enquanto isso, a advogada continua com todas as suas credenciais em pleno vigor.

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Ricardo Breier, presidente da OAB-RS, diz que incitar publicamente a violência é atentar contra as boas práticas de conduta que regem o Estado Democrático de Direito, “ainda mais vindo de uma advogada que presta juramento no qual está decretado o seu papel em defesa da constituição”.

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